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sexta-feira, 9 de dezembro de 2022

Campanha de Lula pede ao TSE para investigar e tornar Bolsonaro inelegível - O Globo

Campanha de Lula pede ao TSE para investigar e tornar Bolsonaro inelegível. Uma das ações é dirigida ao corregedor-geral eleitoral, Benedito Gonçalves, e solicita a instauração de uma Ação de Investigação Judicial (Aije) envolvendo Bolsonaro, o candidato a vice de sua chapa, general Braga Netto, os filhos do presidente Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro, as deputadas federais Carla Zambelli e Bia Kicis, o senador eleito Magno Malta e os deputados federais eleitos Nikolas Ferreira e Gustavo Gayer.[o analfabeto eleito, sequer  foi diplomado e já se borra de medo do capitão em 2026. Talvez uns tapinhas na bochecha facilite.]

A campanha de Lula apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral duas ações que pedem a inelegibilidade do Presidente Jair Bolsonaro e de parlamentares que integram sua base. O argumento apresentado pelos advogados Cristiano Zanin, Eugênio Aragão e Angelo Ferraro é que Bolsonaro e políticos de sua base teriam cometido crimes eleitorais com a intenção de deslegitimar o processo de votação e atentar contra a democracia. As ações ainda pedem o compartilhamento das informações e provas reunidas no inquérito das milícias digitais que corre no Supremo Tribunal Federal.

(...)

“Os investigados promoveram ataques ao sistema eleitoral com efeitos concretos de intervenção na normalidade do transcurso das eleições, com destaque à prática de crime de violação de sigilo funcional do presidente da República com dolo específico de respaldar toda a sua narrativa golpista. Todos os seus atos de abuso de poder político foram divulgados através de suas redes sociais, em especial, através de lives ao vivo com milhões de expectadores”, afirmam os advogados. 

(...)

Bela Megale, colunista - O Globo 
 
 

quinta-feira, 20 de outubro de 2022

A verdade mais inconveniente sobre a campanha de Lula

Nem os petistas mais pessimistas imaginavam uma reta final tão disputada

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua favorito a vencer o pleito, mesmo lutando contra a pornográfica derrama de dinheiro patrocinada pelo governo federal para angariar votos entre os mais pobres e sob intenso fogo-cruzado de ataques adversários, muitos deles à base de golpes abaixo da linha da cintura. [Comentando: o favoritismo nas pesquisas do descondenado petista só está ocorrendo por culpa dos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e outros, que ele cometeu - mesmo assim, Bolsonaro se aproxima, resultado de que luLadrão cai e ele sobe - logo os dois se encontrarão,  com o petista descendo e Bolsonaro subindo.
 É dificil para qualquer pretendente a um cargo público ser acusado da prática de vários crimes - acusações que resultaram em condenações que passaram por 9 juízes e foram confirmadas em três instâncias.  
Foram, devido uma manobra jurídica, anuladas, alegando erro de CEP - mas, em nenhum momento, o ministro que as anulou se manifestou sobre a inocência do multicondenado. 
Apenas determinou que os processo fossem encaminhados para a Justiça Federal em Brasilia que no entendimento do ministro era a competente para julgar. Devido a demora para anular as sentenças e ao fato do réu ter mais de 70 anos - que reduz o prazo de prescrição - os processos prescreveram´.]

Há alguns meses, quando era bem mais confortável a liderança nas sondagens eleitorais, alguns caciques do PT já começavam até a escalar o futuro ministério de Lula. O sonho de uma vitória tranquila deu lugar à percepção de que a disputa na reta final será muito mais apertada do que o previsto — e o risco de uma virada de última hora, embora ainda improvável, não pode ser descartado, conforme mostram as últimas rodadas de pesquisas. [além do mais, a fenomenal 'burrice' do petista, que fala demais - tanto que ele mesmo pediu ao TSE para que censure falas que ele expeliu e que agora está constando que serão prejudiciais a ele. Tem também as pesquisas, que por mentirem demais no primeiro turno  a favor do luLadrão, ficaram desacreditadas,  estão sob lupa, portanto, sendo menos generosas nos números que exibiam mostrando um improvável favoritismo do descondenado.]

Inegavelmente, os erros cometidos por Lula e sua campanha acabaram contribuindo para a situação atual de quase equilíbrio no segundo turno. No debate da Band realizado no domingo passado, 16, o ex-presidente mostrou novamente muita dificuldade para não sair arranhado no momento do debate sobre o “petrolão”. 
Apesar de repetir o discurso de que o governo petista criou condições para a investigação de casos de corrupção, o desconforto dele ao falar sobre o assunto continua evidente, assim com a falta de argumentos mais convincentes para explicar o caso. 
No mesmo debate, Lula perdeu o controle sobre o relógio, deixando Bolsonaro livre para discursar contra ele (poderia ser até pior, caso o presidente não tivesse desperdiçado o tempo falando sobre sua obsessão a respeito da volta do comunismo) e demonstrou uma certa arrogância, ao dar como certa sua vitória diante do adversário.

Dois dias depois, em aparição no podcast Flow, bateu o recorde de audiência do programa digital (1 milhão de espectadores simultâneos), mas se deixou levar pelo clima de conversa de boteco e, ao tocar em temas mais sérios como o teto de gastos, relacionou a medida de responsabilidade fiscal como uma espécie de benesse aos banqueiros, em detrimento aos investimentos necessários em educação e saúde. Na verdade, como se sabe, é justamente o controle das contas públicas que permite ao governo federal ter estabilidade suficiente para priorizar esforços nas áreas mais importantes. A fiel plateia de apoiadores aplaudiu muito a exibição do ex-presidente e repercutiu fortemente o conteúdo, mas é pouco provável que essa “entrevista” tenha ajudado a trazer para Lula votos de quem continua ressabiado com a superficialidade dele no debate de temas econômicos, um problema e tanto para um partido cuja última lembrança nesse aspecto no poder foi o desastre do período Dilma Rousseff

Para quem tem fama se ser encantador de serpentes, a verdade é que a versão 2022 do candidato está longe de ser tão convincente quanto a do Lula no passado.

A campanha petista, vale ressaltar, tampouco tem ajudado. Até o momento, mostrou-se um fiasco a tentativa de reduzir a desvantagem do ex-presidente junto ao eleitorado evangélico. 
O tom de improvisação no esforço junto aos fiéis teve o seu momento alto com a divulgação na quarta, 19, da carta da campanha aos religiosos. Além de ser uma iniciativa tardia, o longo documento gastou grande parte do tempo rebatendo ataques da campanha adversária e o uso político da fé. É verdade que são questões importantes, mas é fato também que esse tipo de discurso pouco deve ajudar a virar votos dentro dos templos. Se não bastasse, o esforço de última hora abre flanco para os bolsonaristas acusarem os petistas de fazerem uma tentativa emergencial de conquistar fiéis. 
 “Vai enganar trouxa, não o povo evangélico”, criticou o pastor Silas Malafaia, um dos principais aliados de Jair Bolsonaro no segmento religioso.

A verdade inconveniente é que as fragilidades dele e de sua campanha abriram espaço para um adversário que tem rejeição recorde entre a população chegar bem próximo do petista na reta final do segundo turno.

 Brasil - Revista VEJA

 

terça-feira, 11 de outubro de 2022

Operação da PF em Alagoas cria problema para campanha de Lula - Bernardo M. Franco

A operação da Polícia Federal que afastou o governador de Alagoas, Paulo Dantas (MDB), criou um problema para a campanha do ex-presidente Lula (PT) ao Planalto. O petista desembarcaria em Maceió nesta quinta-feira para uma caminhada com Dantas. Agora a agenda tende a ser suspensa até segunda ordem.

Na avaliação de um dos coordenadores da campanha de Lula, a operação da PF "matou" a candidatura de Dantas à reeleição e desmontou o palanque petista em Alagoas.

A campanha suspeita de motivação política na ação policial, deflagrada a apenas 19 dias do segundo turno. O afastamento de Dantas foi determinado pelo Superior Tribunal de Justiça. [não vemos indícios de ação política; o afastamento  foi determinado pelo STJ e tem um efeito colateral excelente = evita que alagoanos incautos comparecessem ao evento e fossem roubados (já foi noticiado que nos eventos do descondenado petista, no primeiro turno, apesar de realizados em recintos fechados, acesso restrito a 'devotos petistas' ocorriam furtos de celulares - crime que o descondenado petista anistiou com  declarações favoráveis a ladrões de celulares.) Em Alagoas, em recinto aberto, em que haveria  encontro pessoal do descondenado e do governador alagoano (esse apoiado por Renan Calheiros,o que já diz tudo sobre sua honestidade) a ladroagem levaria até cuecas e calcinhas.]

O adversário do emedebista é o senador Rodrigo Cunha (União), aliado do presidente da Câmara, Arthur Lira. A PF investiga a suspeita de um esquema de rachadinha na Assembleia Legislativa de Alagoas quando Dantas era deputado estadual. [a 'rachadinha' do gabinete do senador Alcolumbre foi mesmo esquecida?]


segunda-feira, 4 de julho de 2022

AVULSAS

ANA PAULA HENKEL COM A PALAVRA

 

NÃO SAI NA GRANDE MÍDIA. SÓ NO JBF

 

ALGUÉM SABE?

 

ATÉ O GLOBO VIU !!!

 Confira aqui


RESPONDAM

 

 

sábado, 2 de julho de 2022

Campanha de Lula publica foto com pessoas duplicadas em agenda na Bahia; veja - O Globo

Por O GloboImagem aproximada mostra pessoas repetidas em foto publicada por assessoria de Lula — Foto: Divulgação / Ricardo Stuckert

 Imagem aproximada mostra pessoas repetidas em foto publicada por assessoria de Lula — Foto: Divulgação / Ricardo Stuckert

Uma foto publicada nas redes sociais do ex-presidente e pré-candidato ao Palácio do Planalto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com sobreposição de imagens e pessoas duplicadas, durante ato na manhã deste sábado (2), em Salvador (BA), foi alvo de deboche e críticas de bolsonaristas, que acusaram a campanha do petista de manipular a fotografia, numa suposta tentativa de fazer o público presente na caminhada realizada na capital baiana parecer ser maior. 

Ao aproximar a imagem panorâmica é possível notar claramente a aparição de algumas pessoas por mais de uma vez no mesmo registro – como, por exemplo, um homem de camisa verde listrada, outro vestindo um chapéu de palha e uma moça de boina vermelha. Algumas delas se sobrepõem a outras ou aparecem e desaparecem pela metade.

Após as críticas, a assessoria de Lula, então, publicou uma foto do mesmo ângulo, mas feita por um drone, onde o efeito não se repete. "A verdade dói no cotovelo de alguns. Segue uma foto não panorâmica, tirada com drone, do Ricardo Stuckert", reagiu Lula em seu perfil. "Compartilhe a verdade". [lembramos que a outra foto,  tirada pelo drone, mais recente,   foi devidamente adequada a contradizer a anterior (a acima, na qual se constata que  o público foi dobrado; olhem com atenção e vão comprovar.) - inclusive em momento e situação diversa da publicada sem retoques.]

Sonar - O Globo

 

terça-feira, 2 de agosto de 2016

QUIP pagou R$ 378 mil por palestra de Lula – R$ 13 mil por minuto



Ministério Público investiga estaleiro alvo da 'Resta Um' e doação clandestina feita pela empresa ao caixa 2 da campanha do ex-presidente em 2006

Ao deflagrar a Operação Resta Um, a 33 fase da Lava-Jato, a Polícia Federal procura documentos para comprovar pagamento de caixa dois do Consórcio QUIP para a campanha da reeleição do ex-presidente Lula, em 2006. O dono da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa, confirmou em depoimento ao juiz Sério Moro que o Consórcio QUIP repassou 2,4 milhões de caixa dois para a campanha de Lula, por intermédio do então tesoureiro do PT, José de Filippi Junior.

O Consórcio QUIP, integrado pela UTC, Queiroz Galvão e Camargo Corrêa, pagou propina para funcionários da Diretoria de Serviços da Petrobras na contratação da Plataforma P-53. Com base nos depoimentos dos delatores, a PF descobriu que o Consócio QUIP repassou dinheiro clandestinamente ao PT, por meio de caixa dois na campanha presidencial de 2006, quando Lula foi reeleito.

Não por coincidência, acreditam os investigadores, uma das empreiteiras que contrataram as palestras de Lula foi justamente a QUIP. A empresa deu a Lula 378 209 reais por uma “palestra motivacional”. O Consórcio QUIP nasceu como o objetivo de construir plataformas para a Petrobras e Lula foi o principal patrocinador do projeto, que recebeu incentivos do governo. Veja a “palestra motivacional” do ex-presidente que custou 13 000 reais o minuto.




Relatório de órgão de fiscalização do governo mostra que a empresa de Lula faturou 27 milhões de reais — sendo 10 milhões apenas das empreiteiras envolvidas no escândalo de corrupção da Petrobras