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quarta-feira, 8 de março de 2023

Esquenta a briga entre o BB e um fundo imobiliário — com prédio do Rio no meio - O Globo

Por Rennan Setti 

 Imóvel do BB no Rio

 Imóvel do BB no Rio Reprodução

O Banco do Brasil resolveu entregar as chaves de um imóvel de nove blocos e 40 mil metros quadrados no bairro do Andaraí, Zona Norte do Rio. A decisão deve jogar gasolina em uma disputa entre o BB e o fundo imobiliário BB Progressivo (BBFI11B), que é dono desse e de outro prédio ocupado pelo banco em Brasília. O imbróglio vem se arrastando há mais de um ano e já envolve calote parcial no aluguel e disputa na Justiça.

O prédio carioca em questão é o CARJ (Centro Administrativo do Rio de Janeiro). Seu contrato de locação acabou em 2020, mas a renovação foi parar nos tribunais: o BB só queria ficar com dois dos nove blocos no novo contrato. Além disso, por discordar do índice de reajuste do aluguel (queria a troca do IGP-M pelo IPCA), o BB não vem pagando o valor cheio desde outubro do ano passado.

Agora, o BB deu um passo além, comunicando ao BTG Pactual, que administra o fundo, a decisão de entregar 100% do imóvel dentro de 30 dias.

Do dia para a noite, o movimento vai cortar pela metade as receitas do fundo, que tem 8,5 mil cotistas. A vacância total do veículo vai saltar de 40% para 86%.

O fundo tem um valor patrimonial de quase R$ 370 milhões, mas vale R$ 265 milhões na Bolsa.

Em nota à coluna, o BB disse que "refuta a informação de que há 'calote parcial', já que há um debate judicial em curso sobre o caso."

"Cabe destacar que a saída do CARJ se trata de decisão administrativa rotineira na gestão imobiliária", acrescentou.

(Atualização: a nota foi atualizada às 13h21m desta quarta-feira (8) com a nota do BB.)

Capital - Blog em O Globo

 


terça-feira, 6 de dezembro de 2022

A Nova Ordem - Dagoberto Lima Godoy

Empresários se dizem apreensivos com as perspectivas da economia, a serem sinalizadas pelo anúncio dos nomes a quem Lula pretende entregar a gestão da área. Pois muitos ainda se mostram otimistas, confiantes no “novo” Congresso, recém-eleito, para impedir desatinos.

Ora, a economia de mercado, tanto quanto a democracia, têm como alicerces o estado de direito, quer dizer, uma ordem constitucional estabelecida e respeitada. E é essa ordem, que vem sendo rompida por fatos de todos conhecidos, aquela que deveria ser reconduzida aos mandamentos da Constituição Federal.  

A não acontecer isso – seja por atos do Senado da República, que restabeleçam o equilíbrio entre os poderes, hoje rompido pelos desmandos do Judiciário, seja pela intervenção das Forças Armada, nos termos do artigo 142 estará consolidada a nova ordem, de escancarado caráter absolutista. [cabe lembrar que o Brasil não pode contar com o Senado da República, presidido por um omisso até o inicio da próxima legislatura - sendo impossível esperar pela nova legislatura = os desmandos atuais  estarão mais consolidados. Assim, em nossa opinião, só resta o uso do artigo 142, da CF, cuja utilização não pode ser apregoada, por ter mais que ser constatada do que esperada  = mas se tiver de ser usado, por uma questão de oportunidade, será até o dia 1º janeiro 2023, no limite, com um pequeno atraso de dois ou três dias. 
Temos a convicção de que o mais tardar ainda no dia primeiro saberemos se vamos ter que esperar, ou não,  pela posse do novo comando do Senado da República.
É O QUE PENSAMOS.]

O que impedirá, então, que o governo dito eleito -- de mãos dadas com um STF ativista político partidarizado -- implante no País as medidas revolucionárias amplamente anunciadas pelo próprio Lula ou explicitadas no programa do seu partido, o PT?

A lista é longa, num cerco às liberdades políticas, sociais e econômicas:

 - regulamentação do acesso e a utilização dos meios eletrônicos de comunicação;

- descontrole fiscal com flexibilização do teto de gastos e aumento das despesas públicas; mais ministérios, novas embaixada, quer dizer, mais gastos com funcionários e mordomias;  

- reestatização das empresas privatizadas, incluindo Petrobrás, portos etc.; e criação de novas estatais; [é mais fácil roubar das estatais do que das privatizadas = e o objetivo da corja do molusco eleito é roubar mais do que no primeiro,  que torcemos seja o único e o último,  período petista.]

- uso das reservas internacionais para o financiamento dos gastos governamentais; revisão da reforma trabalhista, reempoderando os sindicatos, em detrimento dos interesses dos próprios trabalhadores;

- revisão inconsequente da reforma previdenciária;

- reforma tributária balizada por ônus maiores sobre o setor financeiro, criação de imposto sobre grandes fortunas e confisco de heranças;

- reforma nos currículos formadores das escolas militares;

- etc.

A par das novidades, a esperada retomada das práticas habituais, como

- a cooptação de congressistas e partidos políticos;

- retorno ao controle da mídia por meio das verbas de publicidade estatal;

- uso dos recursos dos bancos estataisBB, CEF, BNDESpara alavancar empresas escolhidas e financiar obras públicas de outros países com governos ditatoriais;

- a politização do ensino fundamental com ideologias socialistas, de gêneros etc.;

- cofres públicos abertos para atividades artísticas e culturais simpáticas ao governo;[veja um exemplo.]

- tolerância licenciosa face a invasões de prédios públicos e propriedades privadas;

- desencarceramento, a começar (ou continuar) pelos réus de colarinho branco, como os que saquearam a Petrobrás.

De certo há quem pense que o "novo " Congresso, recém-eleito, vai proceder diferentemente do usual. Vale a esperança, mas é esperar muito de um poder que, ao longo do tempo, vem sendo facilmente capturável por compensações políticas e/ou subornos pecuniários.

Enfim, um cenário pragmático deve ter em mente o exemplo da Rússia, onde a ordem implantada após a queda do regime comunista, mesclando economia de mercado com corrupção, resultou na tomada das antigas estatais e do mercado em geral pelos empresários amigos do regime. Ainda mais que, no Brasil, temos o precedente público e notório do apaniguamento de empresas pelos governos petistas.

Sim, a apreensão quanto ao futuro da economia é mais que válida, mas o que se delineia no horizonte político e social do País é de apavorar os verdadeiros democratas.

Dagoberto Lima Godoy - Cidadão brasileiro.

 

domingo, 25 de março de 2018

A queda dos juros não chega aos guichês



Com a redução vertiginosa da taxa básica, fica ainda mais escandalosa a enorme diferença entre a Selic e o que os bancos cobram nos vários tipos de crédito

Tudo conspira no momento econômico do país para juros básicos suaves, jamais ou poucas vezes praticados. Com uma recuperação do PIB em marcha lenta, sinalizada pelo recuo de 0,56% do Índice de Atividade Econômica do Banco Central, em janeiro sobre dezembro, desemprego ainda elevado, preços de alimentos domados e inflação se mantendo bem abaixo da meta de 4,5%, o Comitê de Política Monetária do BC decidiu, com razão, fazer outro corte de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros (Selic), colocando-a no nível inédito de 6,5%.

Por voluntarismo, a presidente Dilma Rousseff, bem ao seu estilo, o máximo que conseguiu foi forçar o BC de Alexandre Tombini a comprimir a Selic até 7,25%. Com a presidente retirada do cargo por impeachment, no governo do seu vice, Michel Temer, o BC de Ilan Goldfajn seguiu a cartilha da boa técnica, e os juros chegaram até onde estão sem o uso da “vontade política”. Quer dizer, foram sendo desinflados como deveriam. 

Como costuma acontecer no Brasil, há sempre um senão, devido a tantas distorções acumuladas numa economia que carrega problemas estruturais, eternizados pela falta de reformas — tributária, do Estado, previdenciária etc. Tanto tempo de juros básicos nas nuvens encobriu parte do despautério que é a enorme diferença entre os chamados juros de mercado e a Selic. 

Na semana passada, antes da reunião do Copom, O GLOBO trouxe dados bastante ilustrativos deste sério problema, da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac): do pico de 14,25%, creditados ao voluntarismo de Dilma, aos 6,75% de antes da última redução, a Selic foi cortada em 52,63%. Mas as taxas cobradas em importantes modalidades de crédito caíram muito menos: comércio, menos 9,4%; veículos, queda de 17,15%; cartão de crédito, menos 29,45%; empréstimo pessoal, corte de 11,47%; cheque especial, menos 0,29%. E todas as taxas são muito superiores aos 6,5%. Nos cartões, por exemplo, estavam em 318,5%.

Há justificativas clássicas. Taxa de inadimplência — a ser aliviada pela recuperação da economia e queda do desemprego. O excesso de subsídios ao crédito — problema que começa a ser enfrentado, em boa medida, com a criação da Taxa de Longo Prazo (TLP), que tende a se equiparar aos juros de mercado, cortando subsídios nos créditos no âmbito do BNDES, subordinado à TJLP, fixada discricionariamente pelas autoridades de turno.

Existem mais causas, uma delas a excessiva concentração bancária. Os quatro maiores (BB, Itaú-Unibanco, Bradesco e Caixa) têm mais de 70% dos ativos do setor. Há esperança de que instituições financeiras digitais, de custo baixo e mais ágeis, possam injetar concorrência no mercado. Não se sabe. Mas esta é uma agenda que precisa ser prioritária em Brasília.


Editorial - O Globo


quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Quando os bancos atrapalham a retomada da economia e a Receita com serviços cresce 9,7% em 2017



No período em que a taxa Selic caiu a menos da metade, os juros bancários não acompanharam o recuo. O GLOBO desta quarta-feira revela que as cinco maiores instituições do setor faturaram R$ 23,2 bi em tarifas de prestação de serviços no ano passado, um aumento de 9,7%. E o resultado aconteceu com uma base de clientes 3% menor em 2017. Os bancos, assim, atrapalham a retomada da economia.  

A palavra escárnio é apropriada para definir a atuação dos bancos no Brasil. A reportagem de Ana Paula Ribeiro e Gabriela Valente mostra que os cinco maiores estão faturando mais com um número menor de clientes. Além do aumento das tarifas, os juros continuam em níveis extravagantes. Enquanto o BC vem reduzindo a Selic de 14,25% para 6,75%, a taxa no crédito pessoal está, na média, em 122%. Os juros cobrados da pessoa física subiram em janeiro para 32,3%. Não há explicação.

Os bancos adotam uma visão míope. O momento é de recuperação da economia, não é hora de elevar os juros ou tarifas. Taxas nesses níveis contribuem, inclusive, para manter a inadimplência.   A concentração, que já era grande, aumentou. BB, Caixa, Itaú e Bradesco, que tinham 52,58% do mercado de crédito há 10 anos, hoje concentram 72% do total. Tem que haver alguma fórmula para estimular a competição. O consumidor está pagando caro.

Receita de bancos com serviços cresce 9,7% em 2017

No entanto, a base de clientes das quatro maiores instituições financeiras do país diminuiu 3% no período
Pacotes mensais de serviços, taxas para transferência de recursos para outros bancos e cobranças como segunda via de cartão de débito, entre outras. Tarifas sobre serviços renderam R$ 23,2 bilhões aos quatro maiores bancos brasileiros em 2017 — Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Bradesco e Santander

 MATÉRIA COMPLETA, clique aqui

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Só os bancos ganham no governo Dilma – lucro do Banco do Brasil, ‘apenas’ dobrou = R$ 5,8 BI no 1º trimestre



Parceria com Cielo e aumento dos juros fazem lucro do BB dobrar e chegar a R$ 5,8 bi no 1º tri
Sem efeito extraordinário, resultado ficou em R$ 3,025 bilhões, alta de 24,2%. Provisão contra calotes cresceu 43%
O Banco do Brasil registrou no primeiro trimestre de 2015 lucro líquido de R$ 5,818 bilhões, um crescimento de 117,3% na comparação com o ano passado. Esse forte crescimento está relacionado à parceria feita com a Cielo no segmento de meios eletrônicos de pagamentos, que gerou um resultado extraordinário de R$ 3,212 bilhões. Sem considerar os efeitos não recorrentes, o lucro do banco público foi de R$ 3,025 bilhões, valor 24,2% superior ao de igual período de 2014.

Outro fator importante para o crescimento do lucro do BB foi a carteira de crédito, ou seja, a elevação dos juros cobrados dos clientes, que garantiram uma margem de ganhos maior. O banco projeta para esse ano um crescimento de 9% a 13% na margem financeira bruta, mas o aumento foi de 17,6% nesse primeiro trimestre.  Esse aumento se deve a uma Selic maior no período e o resultado da reprecificação da nossa carteira de crédito. Também tivemos ganhos com a variação cambial — afirmou José Maurício Pereira Coelho, vice-presidente de Finanças.

O BB tem como política distribuir 40% de seu lucro em proventos (dividendos e juros sobre o capital) para os acionistas. Nessa conta, é levada em conta o lucro líquido (incluindo os fatores extraordinários). Com isso, o total a ser distribuído é de R$ 2,316 bilhões. O maior acionista do BB é a União.

Já a carteira de crédito do BB, incluindo avais e garantias, chegou em março a R$ 776,897 bilhões, alta de 2,1% na comparação com o estoque existente em dezembro e um avanço de 11,1% em 12 meses. As operações a empresas tiveram crescimento mãos forte, de 11% no ano, enquanto o estoque de empréstimos para pessoas físicas cresceu 7% desde março de 2014. A modalidade de financiamento de veículos teve uma queda no saldo de 6,6%. Já a carteira de crédito imobiliário subiu 45,5% em 12 meses.

INADIMPLÊNCIA
A inadimplência do BB (atrasos acima de 90 dias) ficou em 2,05% em março. Esse índice mostra uma estabilidade em relação a dezembro do ano passado, quando era de 2,03% e uma leve alta no comparativo de 12 meses. Ao fim do primeiro trimestre de 2914, a inadimplência era de 1,98%. Segundo Coelho, a expectativa é que a inadimplência do banco fique praticamente estável em 2015.  — Acredito que no ano vamos trabalhar com estabilidade na inadimplência — afirmou.

Apesar da praticamente estabilidade nos índices de inadimplência, o BB elevou fortemente suas provisões para devedores duvidosos, que são uma garantia para o banco em caso de calote. Essas despesas somaram R$ 5,999 bilhões, montante que representa um crescimento de 15,3% no trimestre e 43,3% no ano.

De acordo com Walter Malieni Junior, vice-presidente de Gestão de Riscos, explicou que essa elevação nas provisões seguem uma política mais conservadora do banco e estão atreladas ao aumento de risco de alguns clientes, mas não especificou nomes e nem a relação com as empresas envolvidas na Lava Jato, mas lembrou , no entanto, que os casos de recuperação judicial exigem uma reserva de recursos maior do banco. — A cadeia de óleo e gás está inserida nesse montante, assim como outros setores. E as recuperações judiciais, de qualquer setor, têm um nível de provisionamento — disse.

Ao considerar o lucro líquido, o retorno sobre o patrimônio líquido do banco foi de R$ 29,3%. Já no resultado recorrente, a rentabilidade ficou em 14,5%.

Fonte: O Globo

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Dilma no buraco - lentamente o cerco se fecha sobre Dilma, Eduardo Cunha arrodeia passo a passo e cada dia desfere uma estocada em Dilma



A presidente Dilma conduz o governo como um caminhão na RS 306. Sai de um buraco para entrar noutro. Em meio ao frenesi desencadeado pela pilhagem da Petrobras, nossa presidente decidiu, enfim, trocar a diretoria da empresa. Ou ela concluiu sozinha que as coisas não iam bem por lá, ou alguém lhe contou. Não sei exatamente o que aconteceu. Em todo caso, a presidente determinou a substituição de comando.

Tirou o pé de um buraco, como acontece na RS 306, e caiu noutro. Precisava encontrar a pessoa certa para ocupar a poltrona de dona Graça Foster. Os requisitos para o posto são óbvios e o leitor os conhece: 1º) tem que ser alguém do partido; e 2º) tem que ser alguém acima de qualquer suspeita. Mas o problema era exatamente esse. Onde achar alguém acima de qualquer suspeita buscando onde ela buscava? [logo entre os petralhas!!!] Busca aqui, pé no buraco; busca ali, pé noutro buraco. Consulta aqui, consulta ali, buraco, buraco, buraco.

Por fim, buraco por buraco, ficou com o que de melhor encontrou. Buraco, claro. Mas foi, devo conceder isso à presidente, o que de melhor ela arrumou para confiar a Petrobras em momento de tanto descrédito, ali onde andou buscando. Para enfrentar o descrédito, nada melhor do que o presidente de uma instituição de crédito - o poderoso Banco do Brasil. [um presidente que não confia em guardar dinheiro em bancos. Tanto que Bendine já se enrolou por três vezes com a Receita Federal e Justiça, por fazer transações vultosas usando dinheiro vivo, estilo dos que guardam dinheiro no colchão.] 

 O senhor Aldemir Bendine era da casa. Fez a vida dentro do partido. Escalou degrau a degrau sua carreira funcional nessa escola de serviço à Pátria que é o Partido dos Trabalhadores. Subiu, subiu, e já estava presidindo o banco. Nessa função, soube-se em seguida, exibiu as versatilidades biográficas que a imprensa nacional vem divulgando.

Fiquemos com o que parece mais evidente. Segundo uma série de denúncias, ele tinha o hábito de efetuar pagamentos em dinheiro, inclusive em valores vultosos como na aquisição de um apartamento no interior paulista por R$ 150 mil, cash. Parece que o presidente do BB não acreditava muito em conta bancária. No ano passado, o fisco foi atrás dele por não haver declarado a procedência de R$ 280 mil reais incluídos em sua declaração de rendimentos. Pagou multa de R$ 122 mil. Em julho de 2014 foi aberta uma investigação contra ele por lavagem de dinheiro. Coisa de gente asseada, nada de mais.

Buraco? Buraco, claro. Mas foi o que de melhor Dilma encontrou, puxa vida! Queriam o quê? Que ela fabricasse alguém com ficha limpa?

Fonte: Percival Puggina  - www.puggina.org