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terça-feira, 17 de janeiro de 2023

Só quer gastança - Quem avisa amigo é: Lula está assustando o mercado com seu populismo - Alexandre Garcia

Gazeta do Povo - VOZES

Pra não dizerem que não foram avisados. O ex-ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega, numa entrevista, de uma página e meia, no Correio Braziliense, disse que Lula ainda não se deu conta do desafio que tem pela frente. Desafio da economia. 
Que o que ele está fazendo na verdade é assustando os investidores, assustando o mercado, frustrando a expectativa dos economistas que apostaram nele, porque achavam que o Lula três seria igual ao Lula 1; mas o Lula três está sendo igual ao Dilma.
 
Segundo Maílson, o governo está com um olhar enviesado sobre o uso das estatais, do dinheiro público, do dinheiro do tesouro nacional, do BNDES, e mais do que isso, uma percepção equivocada sobre o Brasil de hoje, pensando que é o Brasil dos anos 1970 ou 1980.  
Diz por exemplo, que o Lula falou na posse que não é aceitável ele importar a plataforma de petróleo, aeronave, microcomputador, microprocessador, e aí ele lembra que a plataforma de petróleo foi foco de corrupção, microprocessador é volta da política de informática do governo militar, que foi desastrosa. 
E achar que o Brasil é competitivo em aeronave, é pensar que a Embraer pode fazer avião do tamanho de um Airbus ou Boeing; a gente faz aviões ainda pra cento e cinquenta lugares, então é um pouquinho fora da realidade.

Insegurança jurídica

E esse é um temor que a gente está vendo junto com a insegurança jurídica. Todo mundo olha para o Brasil de hoje e vê juiz mandando em tudo, não tem devido processo legal.  
No caso do escândalo das lojas Americanas, uma pedalada de R$ 20 bilhões, um dos credores, BTG Pactual, vai lá e retira um R$1,9 bilhão, e um juiz dá uma liminar dizendo que não pode retirar e tem que devolver
Aí BTG diz que nunca viu a Justiça beneficiar o fraudador em prejuízo do credor inocente. 
Essa decisão pegou muito mal.
 
Vejam só o grupo Guararapes acaba de fechar uma fábrica de roupa em Fortaleza, vai ficar só com a fábrica de Natal, dois mil empregos a menos. 
 Até tentou ajudar os empregados, as máquinas de costura foram dadas para as costureira levarem e ter seu ganha pão, mas, enfim, é um sinal de que mercados, investidores, os produtores, os empregadores estão recebendo com muita estranheza.

Não tem nada de herança maldita
O governo não fala em equilíbrio fiscal, ao contrário, fala em gastança, em uso das estatais como antes, como lembra Maílson da Nóbrega, e aí sai por essa desculpa de herança maldita, não é. Saíram agora os números da balança comercial, recorde de 62,3 bilhões de dólares no ano passado, a própria inflação, 5,39%, é menor que a inflação americana, que a inflação da Alemanha no ano de 2022.

Então não é uma herança maldita. Essas declarações de política misturando economia e populismo, no Brasil de hoje não tem mais nada a ver. 
É preciso que o novo governo tenha uma atualização, tem de se atualizar principalmente na parte econômica e também na parte política, sabendo que pelo resultado da eleição, o Brasil está dividido ao meio.

Alexandre Garcia, colunista - Gazeta do Povo - VOZES

 


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Resgate de brasileiros em Wuhan começa hoje ao meio-dia - Correio Braziliense

Jatos reservas da Presidência deixam Brasília para buscar um grupo que, por enquanto, é de 29 pessoas. Expectativa de chegada a Wuhan, na China, é na sexta-feira. Brasileiros devem desembarcar sábado, direto em Anápolis

[Atualizando: 2 aviões da FAB decolaram do Aeroporto de Brasília, pouco depois do meio-dia de hoje, dia 5/1.

Novidades sobre o repatriamento devem surgir só na próxima sexta.]

Abaixo segue um Post que ao ser lido merece um destaque especial,  especialmente por parte dos que dizem que os militares tem regalias, aposentam mais cedo, etc.

O Brasil não optou por aviões da Força Aérea Brasileira - FAB, ao contrário,  foi obrigado por se tratar de uma MISSÃO e só quem cumpre MISSÃO são os militares, sem questionar, tendo sempre em conta: cumprir a missão, custe o que custar.

 

Empresas aéreas temiam fazer o regaste de brasileiros e perder clientela

Coluna Brasília-DF

Antes de o presidente Jair Bolsonaro ordenar o uso dos dois aviões da Presidência da República para buscar os brasileiros em Wuhan, a Aeronáutica moveu mundos e fundos em busca de uma aeronave de grande porte para essa tarefa. Não conseguiu. Nos bastidores do comando aéreo brasileiro, a coluna soube que nem as empresas queriam expor suas marcas nesse serviço, com receio de perder clientela, nem as tripulações estavam dispostas a assumir a tarefa, com medo de contágio.  

Afinal, buscar essas pessoas é uma missão. E, nesse caso, só mesmo militares fazem sem questionar.

A Força Aérea não tem um avião de grande porte para realizar o serviço, seja um Airbus, seja um Boeing. A licitação de leasing está suspensa por ordem do Tribunal de Contas da União (TCU), que apura se houve irregularidades na operação. Enquanto a pendência não for resolvida, o país está sem uma aeronave destinada a resgate de brasileiros em situação de risco, como no caso do coronavírus. Num país deste tamanho, a situação é um fiasco aéreo.

Para quem não acompanhou, vale lembrar: no ano passado, a Comissão Aeronáutica Brasileira em Washington (CABW) do Comando da Aeronáutica cancelou uma licitação de US$ 30 milhões, do Grupamento de Apoio Logístico do Comando da Aeronáutica (GAL), ainda no governo Michel Temer, para a compra de um Boeing, vencida pelo consórcio Cloud Aria. Depois, abriu outra licitação para leasing do mesmo tipo de aeronave. Resultado, a Aria foi ao TCU e pediu que se abrisse uma investigação, alegando ato antieconômico, uma vez que o leasing estava mais caro do que a compra do avião em US$ 10 milhões. O processo está em fase de parecer do Ministério Público.

(.....) 


Diferenças
A série de escalas prevista para os voos rumo a Wuhan poderia ser evitada se fosse um Boeing. Já havia, inclusive, uma rota definida, com apenas uma escala, em Israel. Sem essa aeronave, o jeito é seguir “pingando” por outro caminho.

Dez lugares
Até ontem estava prevista uma equipe de cinco profissionais de saúde em cada avião para acompanhar os brasileiros durante todo o percurso.

Aliança
Sempre que perguntado se vai assumir algum cargo no governo ou se tornar senador a partir de uma eventual indicação de Izalci Lucas para o Ministério da Educação, Felipe Belmonte responde, com bom humor, que o casamento com Bolsonaro foi por amor e não por interesse. “O meu apoio ao Bolsonaro e à criação do Aliança surgiu da admiração pelo presidente e da vontade de contribuir para um projeto que vai transformar o Brasil. Esse é meu único interesse”, disse a interlocutores.

“Sextou” na terça 
 Muitos imaginaram que o Congresso ficaria vazio apenas na sessão de abertura, por ser uma segunda-feira, em que as excelências costumam ficar nas bases. Nada disso. Ontem, alguns deputados já estavam no aeroporto voltando para casa, em plena terça-feira. Isso, depois de 40 dias de férias. E olha que serviço não falta.

Blog da Denise -  Denise Rothenburg- Correio Braziliense



 


 


quinta-feira, 26 de março de 2015

Copiloto jogou avião para baixo deliberadamente

Piloto ficou trancado do lado de fora da cabine, dizem promotorias

Gravações do Airbus indicam que um dos comandantes do voo tentou, em vão, arrombar porta do cockpit

Os mistérios acerca da queda do Airbus da Germanwings com 150 pessoas a bordo ganhou novos contornos quando um investigador disse ao "New York Times" que as provas de um gravador de vozes indicam que um dos pilotos deixou a cabine antes da queda e foi incapaz de voltar. Ele teria tentado arrombar a porta. Caso os registros realmente apontem para isto, surgem teorias variadas como sabotagem, suicídio ou inconsciência do comandante que estava sozinho na cabine. As promotorias alemã e francesa confirmaram a informação. 



Um alto funcionário militar envolvido na investigação descreveu conversas muito tranquilas entre os pilotos durante a primeira parte do voo de Barcelona até Düsseldorf. Em seguida, o áudio indicou que um dos pilotos deixou a cabine e não conseguiu voltar. Não se sabe qual deles foi.  “O homem do lado de fora está batendo de leve na porta e não há nenhuma resposta”, disse o investigador. "Então ele passa a bater mais forte e nunca há uma resposta. É possível ouvir que ele está tentando arrombar a porta”.

Nos novos aviões da Airbus, para abrir a porta trancada, um comandante dentro da cabine precisa destravá-la de dentro, através de uma chave no painel. Nas gravações, como não há voz de dentro da cabine, é possível presumir que o piloto que estava no comando não teria experimentado um problema técnico, já que teria relatado a situação.

Uma dúvida que ainda paira é a de como o avião teria começado a cair, pois estava no piloto automático após atingir altura e velocidade de cruzeiro. Segundo especialistas, poderia ser tanto sabotagem quanto algum mal súbito que derrubaria a alavanca responsável pela altura.

Enquanto o áudio parecia dar algumas pistas sobre as circunstâncias que levaram ao acidente, a gravação também deixou muitas perguntas sem resposta. “Não sabemos ainda a razão pela qual um dos pilotos saiu”, disse o funcionário, que pediu anonimato porque a investigação está em andamento. “Mas o que é certo é que no final do voo, o outro piloto está sozinho e não abre a porta”.

Os dados do gravador de voz parecem apenas aprofundar o mistério em torno do acidente. A queda do avião de 38 mil pés de altura durante cerca de 10 minutos foi alarmante, mas gradual o suficiente para indicar que o Airbus A320 não havia sofrido grandes danos. Em nenhum momento durante a descida houve qualquer comunicação a partir da cabine para controladores de tráfego aéreo ou qualquer outro sinal de emergência.
O Departamento de Investigações e Análises da França confirmou apenas que as vozes humanas e outros sons tinham sido detectados e seriam submetido a uma análise detalhada.


Questionada sobre a nova evidência revelada nas gravações da cabine, Martine del Bono, porta-voz do departamento, se recusou a comentar. — Nossas equipes continuam a trabalhar na análise das gravações da cabine — disse ela — Assim que tivermos informações precisas temos a intenção de realizar uma coletiva.

Continua o mistério do vôo MH-370 - mais de um ano e nada